
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
ECLIPSE...

"Falando da Itália e de carros esportivos que eu roubei lá, você ainda me deve um Porshe amarelo"
Alice Cullen para Edward
“Eu prefiro as morenas”
Edward Cullen
“O jeito como ele olha pra você – é tão…protetor. Como se ele estivesse prestes a se jogar na frente de uma bala pra te salvar ou algo assim”
Renee Dwyer (mãe da Bella)
“Eu não tenho sanguessugas na minha discagem rápida”
Jacob Black
"Eu nunca pensei que precisava te ensinar a dar um soco. Eu acho que estava errado sobre isso" Charlie Swan
"O meu semi-nú te incomoda?"
Jacob Black
"Você já pensou que a sua vida podia ser mais fácil se você não estivesse apaixonada por mim?" Edward Cullen
"Eu já sei o quanto você é forte. Você não precisava quebrar o móvel"
Bella Swan
"Eu só estava me perguntando porque você esfaqueou ele. Não que eu me oponha"
Edward Cullen
"Eu ofereci servidão eterna. Eu sou seu escravo por uma vida"
Jacob Black
"Será que você poderia por favor me dizer o que você está pensando? Antes que eu fique louco?" Edward Cullen
"Talvez você devesse escolher gente do seu tamanho"
Charlie Swan
"Eu nem posso imaginar o quanto isso seria horrível. Ser normal? Ugh"
Bella Swan
"Eu nunca pensei que veria o dia em que eu estaria disposta a apostar contra você, Alice, mas esse dia chegou"
Bella Swan
"Eu sempre soube que eu seria diferente. Eu esperava ser tão forte quanto Edward disse que eu seria. Forte e rápida, e acima de tudo, linda. Alguém que podia ficar ao lado de Edward e sentir que era lá que ela pertencia"
Bella Swan
“Ursos pardos raivosos não serão nada perto do que está te esperando em casa"
Bella Swan
"Tome conta do meu coração - eu deixei ele com você"
Edward Cullen
“Porsches de suborno e camas King-size em casas onde ninguém dormia - era irritante ao extremo.”
Bella Swan
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
NASCER, CRESCER.....
É assim que a nossa professora de Ciências - me encaixo nessa categoria - nos ensina sobre o ciclo da vida: "A gente nasce, cresce, se reproduz e morre.", simples.
Só que nós crescemos e percebemos que a última parte desse ensinamento não é tão fácil de lidarmos. Morrer é uma palavra forte e pode ter vários significados. Seu significado depende até mesmo da religião que é seguida.
Por que o ser humano tem tanto medo da morte? Ué, ela não faz parte do clássico ciclo da vida? Que bom seria se fosse simples assim, pelo menos pra mim.
Nós seres humanos temos muito medo do desconhecido. Imagina só se náo teremos medo de uma coisa que absolutamente NINGUÉM da face da Terra conhece?
Eu, particularmente, tenho um modo de lidar com a morte um tanto quanto complicado, ainda mais quando esse fato ocorre com algum conhecido meu ou conhecido de meu conhecido.
Dizem que a morte só é ruim pra quem fica. Porque só sobra a SAUDADE daqueles que se foram.
Espero que na hora da minha morte eu esteja em paz com esse destino cruel, ou não, que nos espera.
Pena que não poderei voltar para contar a todos o que nso espera do outro lado!
Só que nós crescemos e percebemos que a última parte desse ensinamento não é tão fácil de lidarmos. Morrer é uma palavra forte e pode ter vários significados. Seu significado depende até mesmo da religião que é seguida.
Por que o ser humano tem tanto medo da morte? Ué, ela não faz parte do clássico ciclo da vida? Que bom seria se fosse simples assim, pelo menos pra mim.
Nós seres humanos temos muito medo do desconhecido. Imagina só se náo teremos medo de uma coisa que absolutamente NINGUÉM da face da Terra conhece?
Eu, particularmente, tenho um modo de lidar com a morte um tanto quanto complicado, ainda mais quando esse fato ocorre com algum conhecido meu ou conhecido de meu conhecido.
Dizem que a morte só é ruim pra quem fica. Porque só sobra a SAUDADE daqueles que se foram.
Espero que na hora da minha morte eu esteja em paz com esse destino cruel, ou não, que nos espera.
Pena que não poderei voltar para contar a todos o que nso espera do outro lado!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Lua Nova...

"Não me importo! Você pode ter minha alma. Não a quero sem você... Ela já é sua!"
Bella
"O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inscontante, om guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim."
Bella
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Crepúsculo...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Gaiolas e Asas
"Gaiolas e Asas " - Rubem Alves
Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo "atacados" porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar. Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: "Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas".
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-las para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças... E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, como dar o programa, fazer avaliações... Ouvindo os seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra - e a domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres.
Sentir alegria ao sair de casa para ir à escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha com os tigres.
Nos tempos de minha infância, eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando... O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca e pisava no poleiro. E era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras e enfiava o bico entre os vãos. Na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguentado... Sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.
Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas? Vão me falar sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes, que todos, tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas eu pergunto: nossas escolas estão dando uma boa educação? O que é uma boa educação?
O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas e avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.
Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é "dígrafo"? E os usos da partícula "se"? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante"? Qual a utilidade da palavra "mesóclise"? Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas: "Fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender. E aprender à sua maneira".
O sujeito da educação é o corpo, porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era "ferramenta" e "brinquedo" do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender "ferramentas", aprender "brinquedos".
"Ferramentas" são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia-a-dia. "Brinquedos" são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma.
Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo da educação. Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo.
Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer... Assim todo professor, ao ensinar, teria de se perguntar: "Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?" Se não for, é melhor deixar de lado.
As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o vôo dos seus alunos.
Há esperança...
Rubem Alves
Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo "atacados" porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar. Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: "Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas".
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-las para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças... E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, como dar o programa, fazer avaliações... Ouvindo os seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra - e a domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres.
Sentir alegria ao sair de casa para ir à escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha com os tigres.
Nos tempos de minha infância, eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando... O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca e pisava no poleiro. E era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras e enfiava o bico entre os vãos. Na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguentado... Sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.
Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas? Vão me falar sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes, que todos, tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas eu pergunto: nossas escolas estão dando uma boa educação? O que é uma boa educação?
O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas e avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.
Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é "dígrafo"? E os usos da partícula "se"? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante"? Qual a utilidade da palavra "mesóclise"? Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas: "Fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender. E aprender à sua maneira".
O sujeito da educação é o corpo, porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era "ferramenta" e "brinquedo" do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender "ferramentas", aprender "brinquedos".
"Ferramentas" são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia-a-dia. "Brinquedos" são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma.
Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo da educação. Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo.
Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer... Assim todo professor, ao ensinar, teria de se perguntar: "Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?" Se não for, é melhor deixar de lado.
As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o vôo dos seus alunos.
Há esperança...
Rubem Alves
domingo, 15 de novembro de 2009
IDEIAS DE DOMINGO
Eu tenho cada ideia de domingo.... A de hoje foi de fazer um blog com o objetivo de ter onde colocar todos os meus pensamentos..... Se eu fosse o professor Dumbledore eu os colocaria num "Penseira", mas como não sou uma bruxa eu resolvi fazer este humilde bloguinho.
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